Era a bandeira da fidelidade em pessoa. Não aceitava a conduta das "arrasadoras de lares". Não conseguia conceber a idéia de que uma pessoa pudesse se apaixonar enquanto ainda mantinha um outro relacionamento. "Terminar um primeiro, depois, talvez, começar outro." Sempre diziam para ela: "Cuidado com tanta retidão!" Ela é que, talvez, nunca tinha se apaixonado. Achava que era assim, fácil, só dizer: Não, fulano é comprometido, não pode se apaixonar por mim... Até que um dia...
Bom, um dia ela se apaixonou. E ele era casado. Mas não tinha importância porque, segundo ela " a gente não manda no coração." Ela não teve culpa, ele também não. Apaixonaram-se e pronto. E afinal de contas, ele estava infeliz, a ex era um saco e tals... E eles se davam tão bem. Tinham sido feitos um para o outro. Destruidora de lares? Nã nã nim nã nã. Estava era construindo o dela.
É, amigo, pimenta no dos outros é refresco.
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2 comentários:
faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. o que eu faço, sempre tem mil justificativas. todas muito justas e dignas, claro!
Pimenta e sal, entaum... Oxeee
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