Não pára de chover nessa cidade quente do inferno.
Transferida pra trabalhar longe pra caralho da minha casa.
Acontecendo uma das piores greves de ônibus que Fortaleza já viu.
Completamente lisa.
Longe de quase todas as pessoas que eu gosto, de uma maneira ou de outra.
Mas aí chega quinta-feira.
O aparelhinho do cão não pára de tocar. O capitão-do-mato ainda pergunta por que diabos eu chego na senzala achando graça. Ele não sabe ainda que felicidade não é um negócio que se compra.
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3 comentários:
Huhauahuahauah...
Ele é meu amado !
pode crer !
Ele quem, bêbado?
huahauahuh
adoro conversas de bastidores!
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